( para o Edmundo de Bettencourt )
a inspiraçao e a pedra de toque
da magia
que aspirando morre.
na poesia.
e verde essa pedra.
transportada no bico de uma ave. voa.uma seta
atirada contra o sol interior.uma baia a espraiar
uma visao. um campo verde
e os seus espaços exteriores.
uma nuvem em redor de outra nuvem
ou um numero em redor de outro numero.
sem sombra.
iluminado pela luz
de uma praia
onde habitassem duendes com flautas de bizel.
mariahenriques © 1992-2006
http://mariahenriques.livejournal.com/
Wednesday, May 30, 2007
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